e no auge da inutilidade
pensei em fazer o mal.
avaliei minha vida até aqui
e a única coisa com sentido
foi poeira em minhas mãos.
olhei para as estrelas
e vi teu nome escrito,
dentro do meu infinito.
no meio do teu silêncio
o resto faz sentido,
mas para o meu próprio bem
tenho que encontrar isso
sozinho dentro de mim.
e apenas eu,
tão pequeno em semente
no fruto da grande árvore,
floresta, terra, universo.
08/07/01

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