
Quantas pessoas você conhece? Quantas existem no mundo? E aquelas que morrem por causa do egoísmo alheio? Uma parte dessas é porque não receberam órgãos de doadores, cujas famílias se recusaram a doar.
A evolução da ciência chegou a tal ponto de conseguir retirar um órgão vital de uma pessoa e faze-lo funcionar no paciente que tem comprometidas as funções do seu. O sistema de saúde no Brasil é muito bem preparado para captar, transportar e implantar órgãos. E a fila de espera é grande. Mas a decisão de doação está nas mãos da família que perdeu o ente querido, seja por um fato inesperado ou num processo lento. Se é do seu interesse doar seus órgãos, comunique à sua família.
Entretanto, muito mais vidas poderiam ser salvas se não fosse a resistência das famílias enlutadas. Os motivos podem ser vários, desde o simples desconhecimento, passando por fatores culturais e até crenças religiosas. Conversar com o médico é a melhor maneira de sanar as dúvidas sobre o assunto e tomar a decisão acertada num momento de tão grande dor: praticar a solidariedade, permitindo que os órgãos sejam transplantados.
Além dos médicos, o governo é responsável por conscientizar a população, com campanhas publicitárias que demonstrem a dificuldade de se achar um doador compatível e que demonstrem a importância de ajudar, de se doar.
Por tudo isso, as famílias devem se conscientizar e permitir a retirada dos órgãos; e que seja a vontade de cada cidadão doar seus órgãos.
[redação dissertativa para a seleção do curso de Administração à distância da ULBRA.
Tema: “Por que as pessoas em geral têm tanta resistência à doação de órgãos?“]
08/03/09

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