Quando no fundo, não há nada demais em viver, sentir os prazeres das sensações, emoções e sentimentos que nos proporciona.
Quando nos entregamos totalmente e sem restrições à vida e ao que ela nos oferece, é mais fácil superar a perda ou a falta, porque uma vez o presente foi verdadeiro e intenso.
Então não haverá a dor de um amor não realizado.
E ainda que seja pouco, a lembrança de um momento será eterna, imaculada, bela.
Aos corações que ainda não se encontraram pra valer mas que já se conhecem, devem jogar fora todo tipo de preconceito e auto defesa hostil; Revelar o que há de mais profundo em si é um ato de extrema coragem, principalmente se for para uma pessoa só de cada vez... Com a possibilidade de se fundir com ela.
Permitir que se demonstre carinho por você, ser capaz de receber e de dar afeto. Na justa medida que os dois necessitam ou que a situação permita.
O egoísmo não faz parte do dicionário amoroso. Não existe traição nem posse no verdadeiro amor. Mas sim uma escolha feita por pessoas: de amarem, serem amadas, de permitir ou não.
A única restrição sem prejuízos é aquela feita em sinceridade íntegra. Geralmente baseada em fatores que vão além do que se possa compreender racionalmente... (Já viu como a cadela no cio rejeita alguns machos?) Temos que amar a todos, desde que já façam parte da nossa escolha, da nossa vida.
Amar no sentido pleno e transcendente, muito além da palavra escrita ou falada mecanicamente.
Ao resto, que não se destina o Amor, resta a Amizade. Ambos tendo seus inúmeros graus.
Os graus em equilíbrio dinâmico, como nosso círculo vital.
Ame a todos, muito ou pouco, agora e em todo tempo.
E o medo de amar...
08/03/02

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