
E a Semente desentendeu-se com o Fruto.
E o Fruto libertou-se da Semente.
E a Semente entregou-se à Morte.
E a Morte coabitou com a Morte engendrando Vida.
E quando era tudo Escuridão veio à Luz a Penumbra.
E o Bem olhou para o Mal meio de lado.
E o Mal ajudou a levantar a parede.
E o que se havia de melhor sacrificado foi.
E ao degrau mais elevado chamou-se queda.
E pretende-se a ascensão olhando exclusivamente o fundo do poço.
E o olho direito diz que é verde.
E o olho esquerdo diz que é vermelho.
E o cérebro diz que é amarelo.
E a consciência calada, cega e surda.
E já não se sabe de qual lado é o certo.
E ocorre uma explosão imensa primeiro.
E sensações diversas digladiam.
E os sentimentos e intenções apodrecem.
E Alguns golpeia Outros.
E Ninguém assiste a Todos.
E a poeira há de baixar.
E tudo voltará ao seu lugar.
E do solo rico brotarão as árvores.
E no novo mundo que será.
E a Semente no Fruto estará.
14/02/03

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ResponderExcluirlindo! lindo! lindo!
ResponderExcluirE... Geise, valeu pelo elogio. :->
ResponderExcluirNossa primo eu adorei, não sabia que vc escrevia tão bem, meus parabéns.
ResponderExcluirBeijos e continue assim, pois é muito bonito mesmo os poemas que vc escreve.
Oi, primo(a)! Que bom que você gostou. Posto mais em breve.
ResponderExcluirESTA TAMBEM GOSTEI É UMA DAS MELHORES QUE VI
ResponderExcluirMth, continue lendo...
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